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Complexo Tecnológico no interior de São Paulo é outra marca do pionerismo da Magneti Marelli |
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Auditório tem capacidade para receber 150 pessoas |
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Na unidade serão produzidos o bico injetor Bico Eco |
Pionerismo sempre marcou a trajetória da Magneti Marelli no Brasil e, como não poderia ser diferente, o grupo entra em 2009 com uma novidade: um Complexo Tecnológico composto por duas edificações que representam os primeiros “green buildings” do setor automotivo brasileiro, inaugurado em Hortolândia (SP).
São duas novas edificações projetadas de acordo com padrões internacionais de sustentabilidade que compõem a construção ecologicamente correta: o Centro Tecnológico, ou Tech Center, e o Galpão 5, unidade industrial de produção de um novo componente dos motores flex, o bico injetor Pico Eco®.
O Tech Center é certificado com o “nível ouro” LEED®, da sigla em inglês “Leadership in Energy and Environmental Design”, ou Liderança em Energia e Design Ambiental, do United States Green Building Council (USGBC), entidade norte-americana regulamentadora de construções ecologicamente corretas. Com um auditório com capacidade para receber até 150 pessoas, espaço para eventos e demonstração de produtos, num total de 540 mil m2, o Tech Center reutiliza água e garante maior eficiência de energia, pois é equipado com lâmpadas e ar-condicionado de baixo consumo.
A nova unidade industrial da planta fabril de Hortolândia da Magneti Marelli, ou Galpão 5, tem 5 mil m² e também segue os padrões do “green building”. A fábrica, que foi construída sem a utilização de amianto, conta com uma série de itens que a transformou numa edificação ecologicamente correta, como sistema de iluminação natural, que promove uma economia de até 50% no consumo de energia.
Esta redução é possível graças à iluminação com clarabóias e lâmpadas fluorescentes e ao telhado com telhas metálicas e duplas em formato sanduíche, em substituição às telhas de zinco ou fibrocimento tradicionais. O novo modelo do teto proporciona maior isolamento térmico e acústico. A preocupação ambiental utilizada para a construção da nova unidade produtiva também resulta na redução de 20% no consumo de água e de ar comprimido. Há reuso de água nos banheiros e sistema de aquecimento solar para o vestiário dos colaboradores, garantindo aproximadamente 95% do consumo de energia para esta finalidade. A área das linhas de montagem foi reduzida pela metade, se comparada às outras linhas do Complexo Industrial de Hortolândia, otimizando assim a produção dos componentes.
Além disso, durante a construção do Galpão 5, a empresa realizou um programa de replantio de árvores ao redor do Complexo Magneti Marelli na cidade para compensar o gás carbônico emitido na atmosfera durante as obras.
Mercado
A Magneti Marelli projetou a unidade industrial para contemplar até três células de produção modulares. A princípio, a fábrica inicia suas atividades com três milhões de peças/ano, mas este número pode chegar a nove milhões de componentes anuais, com a ativação de mais duas linhas de montagem modulares.
Todos os atuais clientes da Magneti Marelli – as principais montadoras do País – fazem parte da lista de compradores do componente produzido na nova fábrica. Conforme previsão da Magneti Marelli, 80% do que for produzido na nova unidade abastecerá o setor automotivo brasileiro e 20% será para exportação.
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