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Revista Mercado Automotivo | Edição 268

Edição 268: Fevereiro DE 2018
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Por Redação

Pode causar relativa surpresa o número de demissões motivadas por algum fator comportamental e não por razão técnica nas grandes empresas. Quando inicia sua jornada em um novo ambiente, o colaborador geralmente teme pela forma como desempenha seu trabalho, pela aceitação à técnica que emprega em suas atividades e fatalmente acaba comparando seu trabalho ao dos colegas que ocupam cargos semelhantes.

O que se observa, no entanto, é que as demissões costumam ocorrer em boa parte dos casos devido ao aspecto comportamental dos funcionários e não à sua capacidade técnica. Pouco se fala nas empresas sobre a chamada etiqueta empresarial, fundamental para evitar cenários de desgaste entre colaboradores, sejam subordinados ou superiores.

Uma das principais falhas do trabalhador moderno está relacionada à sua negligência ao observar fatores do dia a dia que comprometem sua imagem com os colegas de trabalho. O tradicional atraso no início da jornada ou no retorno do horário de almoço contam de forma negativa para os demais funcionários, especialmente se for hábito frequente.

O celular deixado sempre fora do modo silencioso (gerando barulhos desagradáveis durante a jornada de trabalho), o uso de materiais da empresa para demandas pessoais, a frequente ausência durante o horário de trabalho para resolver problemas pessoais. Enfim, a lista é extensa e tais atitudes podem prejudicar o próprio funcionário na sequência de sua carreira na empresa.

Ninguém está defendendo a utopia de um funcionário perfeito, que fique claro. Somos todos seres humanos. Iremos atrasar, teremos problemas pessoais para resolver, apresentaremos falhas naturais. O problema é quando estes hábitos se tornam frequente, fazendo com que o desempenho do colaborador destoe sobremaneira de seus colegas de trabalho. Não é justo (e tampouco saudável para o ambiente de trabalho) que determinado funcionário tenha certos privilégios em detrimento dos demais, com maior possibilidade para se atrasar ou cometer erros.

Portanto, esteja certo e ciente disso. Ainda que suas atitudes e seus hábitos possam parecer imunes a uma avaliação mais profunda e atenta por parte da chefia, saiba que elas ajudarão a compor sua imagem profissional. Essa imagem certamente terá um peso enorme no momento em que a empresa tiver de decidir entre você e outro funcionário com desempenho semelhante.
Perder o emprego por conta de uma incapacidade técnica é algo mais fácil de aceitar. A solução para este problema é estudar, aprimorar-se, buscar novos conhecimentos. Quando a demissão, no entanto, se dá por fatores comportamentais, a avaliação precisa ser muito mais profunda, para que se entenda definitivamente o que é necessário mudar.

Nesse momento, o mais inteligente é buscar a sinceridade daqueles que o demitiram. Entender o que, de fato, motivou a demissão. Não serão palavras agradáveis de se ouvir, mas ao menos permitirão que você saiba exatamente como agir em seu próximo desafio, já que naquele ambiente as coisas já não deram certo.

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