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Revista Mercado Automotivo | Edição 249

Edição 249: Fevereiro DE 2016
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Por Renato Giannini

O mundo está em crise e até mesmo aqueles países que apresentam um crescimento do PIB estão de olhos voltados para a China, que teve uma expansão de 6,9% em 2015 depois de um crescimento de 7,3% em 2014, que, por sua vez, é o maior comprador de commodities do Brasil.

Somado a isso, os Estados Unidos começam a elevar sua taxa de juros, complicando ainda mais a situação dos países emergentes.

Para o Brasil, que vem atravessando uma crise de instabilidade política e principalmente de credibilidade, cria-se um clima de incertezas, obrigando as empresas a fazerem adequações necessárias, como redução de custos e de investimentos em todas as áreas para se adequarem à nova realidade. Temos que nos acostumar com patamares menores por enquanto até as coisas melhorarem.

No mercado de reposição, podemos afirmar que na linha leve as vendas devem permanecer estáveis por conta da insegurança, da falta de crédito, do IPVA, do seguro, entre outros motivos, que não estimulam a compra de um veículo novo. Por isso, há a necessidade natural da manutenção do usado, como já foi constatado em outras fases difíceis que o País atravessou.

No segmento de pesados, vivemos uma situação bem mais delicada: com a queda da atividade econômica, grandes frotistas estão canibalizando suas frotas, pois os escândalos das construtoras e a situação dos usineiros, que durante estes últimos anos amargaram com a defasagem do preço da gasolina em relação ao álcool, reduziram muito o número de caminhões em circulação, e adiaram as manutenções aguardando um cenário mais favorável. Com intuito de melhor informar nossos leitores, fomos ouvir as lideranças que revelam como enxergam este momento, tema da matéria de capa.

Na seção Entrevista, temos o presidente do Sincopeças-SP, Francisco de La Tôrre, que fala sobre os desafios e as principais mudanças que o varejo vem sofrendo em decorrência da própria evolução do mercado em vista da diversificação expressiva de marcas e modelos da frota, e como o mercado está preparado para atender.

O destaque fica para a matéria da NSK, que completa 100 anos de operações. A empresa surgiu em 1916 como a primeira fábrica a desenvolver e produzir rolamentos no Japão. Uma história de sucesso e inovação que merece ser celebrada. Afinal, é um século de atuação num mercado dinâmico, o que mostra a força do setor e dá um exemplo que nos motiva a seguir em frente.

Boa leitura!

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