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Revista Mercado Automotivo | Edição 249

Edição 249: Fevereiro DE 2016
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Por Redação

A NSK tem motivos de sobra para celebrar a chegada de 2016. A empresa japonesa completa 100 anos de existência e vê o Brasil, onde está desde 1970, como um mercado de grande potencial. Tal qual a imensa comunidade japonesa que veio para o Brasil, a NSK tem uma história importante no País, já que foi aqui o local escolhido para a marca instalar sua segunda fábrica fora do Japão, na cidade de Suzano (SP).

Atualmente, a empresa é uma das principais produtoras de rolamentos do mundo e está presente nos cinco continentes, com escritórios de vendas em 27 países e 62 fábricas espalhadas pelo globo. “Presente na América, África, Ásia, Europa e Oceania, é a maior fabricante de rolamentos fixos de uma carreira de esferas da América Latina – mais de 45 milhões de unidades por ano –”, é assim que se descreve a empresa, orgulhosa, em seu próprio site, no qual oferece as principais informações sobre sua atuação global.

Quando foi inaugurada, em 1916, a NSK foi a primeira fabricante japonesa de rolamentos e seguiu com seu trabalho no País, apesar das dificuldades crescentes impostas aos japoneses nas décadas seguintes. Para quem não se lembra (ou não sabe), tanto a sociedade quanto a economia japonesa foram destroçadas após os ataques dos Estados Unidos na década de 1940, já ao final da Segunda Guerra Mundial. O processo de reconstrução foi um desafio nacional e envolveu também as empresas que poderiam representar o país no exterior.

“A produção em larga escala dos rolamentos necessários para impulsionar o desenvolvimento da indústria japonesa de máquinas industriais foi iniciada com o estabelecimento da NSK”, explica a empresa.

Dessa forma, a partir de 1960, a NSK passou a chamar a atenção também por sua atuação fora do Japão, impulsionada pela sustentabilidade de seu negócio. Em 1962, a marca inaugurou sua filial em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e um ano depois foi a vez da cidade alemã de Dusseldorf receber uma unidade da companhia.

Quando chegou ao Brasil, em 1970, o desafio era grande, mas foi acompanhado de muita expectativa. Afinal, a empresa mostrava um crescimento sólido em diversos países e chegava a uma nação que tinha plenas capacidades de oferecer um grande mercado consumidor. Com ampla visão para os negócios, a empresa mostrou que saberia se aproveitar das condições de diversas localidades para ampliar sua atuação.

“Em qualquer lugar onde haja máquinas, há rolamentos. Rolamentos baseados em normas comuns internacionais são produtos sem fronteiras que podem ser usados em máquinas em qualquer lugar do mundo. A NSK começou a exportar rolamentos em 1948, quando o Japão ainda estava em tempos de reconstrução pós-guerra. Exportar acabaria por levar à criação de empresas de vendas e operações de produção fora do Japão”, completa a companhia.

De lá para cá, a empresa cresceu vertiginosamente, chegando a diversos países e fortalecendo cada vez mais suas atuações locais. Sem descuidar de cada local escolhido para trabalhar, a NSK passou então a se preocupar com a redução do desperdício de energia e, com o tempo, fez desta a sua bandeira.

“Consideramos a gestão ambiental como prioridade-chave e temos trabalhado nesse campo desde o estabelecimento de nosso Departamento de Controle do Meio Ambiente, em 1975. Os nossos esforços nesse sentido incluem o desenvolvimento de produtos ecologicamente corretos, medidas de combate ao aquecimento global, programas de emissão zero e atividades de aquisição verdes. Nós também promovemos educação ambiental para sensibilizar todos os nossos colaboradores. O grupo NSK reconhece sua responsabilidade de proteger o meio ambiente”, esclarece a empresa.

Um dos principais diferenciais da empresa talvez seja justamente esse. Não se acomodar sobre os (bons) resultados sequer por um minuto. Esta mensagem, inclusive, é destacada na carta escrita por Carlos Storniolo, presidente da NSK do Brasil, distribuída aos funcionários e clientes no início deste ano.

“Conseguimos gerar inúmeras contramedidas para atingir as nossas metas em 2015 e estamos focados em novos planos e metas para os próximos anos. Todo o nosso planejamento está centrado na construção de um futuro em movimento, em uma estrutura com visão de negócios para a próxima década. É a nossa Visão 2026, que visa nos consolidar, com mais propriedade, como uma empresa que contribui com a sociedade e com o desenvolvimento sustentável do planeta”, afirma Storniolo.

O presidente explica também que a iniciativa tem ainda mais importância por conta do centenário da empresa em 2016. Uma importante marca, que não deve permitir à companhia qualquer sinal de acomodação. “Nesse século seguinte de existência, a empresa busca continuar com a qualidade que lhe é característica e associar a isso, com cada vez mais intensidade, inovações que transformem vidas”, diz.

“Ancorada no conceito do ‘futuro em movimento’, que se alia à imagem dos rolamentos, produto que nos caracteriza e, ao mesmo tempo, diferencia com um reconhecimento de qualidade ímpar, a NSK se dedica a definir ideias que acompanhem o ritmo de mudanças globais e expectativas de cada pessoa”, completa. Ao chegar aos seus 100 anos, a NSK, seja aqui ou no Japão, parece só ter olhos para os próximos 100. E o Brasil deverá seguir como um dos protagonistas dessa história global.

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